Todo mundo quer ser grande.
Expandir e desenvolver a cidade,
mesmo que muita gente se sacrifique bastante
e tudo passe a depender da autoridade.

O grande esquece o indivíduo,
que passa ser massa de manobra
consumindo a necessidade que não precisa
por isto não tem mais tempo de sobra.

No grande o eu some
para dar lugar a ameba gigante,
ninguém me trata pelo nome,
mas do meu trabalho querem bastante.

O mundo feliz pertence ao pequeno.
Mas que homem tem coragem
de andar por estes caminhos
sem a necessidade de carregar bagagem.

Se desmancha o sonho global
de fazer um mundo todo igual,
para dar lugar e vida ao homem diferente
que não se preocupa com o que pensa
a maioria amorfa dessa gente.

Nosso futuro pertence ao mundo pequeno,
ao pequeno comércio e produtor.
Nada de dormir e acordar devendo,
nem de viver do dinheiro do especulador.

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